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Colégio ECEL e Rotary Club: parceria em campanha solidária resultou em aquisição de cadeiras de rodas para doação

Colégio ECEL e Rotary Club: parceria em campanha solidária resultou em aquisição de cadeiras de rodas para doação

Para os alunos, professores, pais e direção do Colégio ECEL Positivo, a noite desta terça-feira, dia 18, foi marcada por várias manifestações de amor, cidadania e solidariedade. Uma solenidade organizada pelo Rotary Club de Bandeirantes, nas instalações da Casa da Amizade, reuniu autoridades, imprensa, representantes de órgãos sociais e os adolescentes do Colégio para a conclusão da “Campanha Cartela Solidária” –  uma mobilização para recolhimento de cartelas de remédios vazias para a promoção do levantamento de fundos, visando a aquisição de cadeiras de rodas, a serem doadas às entidades que cuidam de pessoas em situação de vulnerabilidade social – .

Os descartes das cartelas vazias puderam ser realizados pela população da comunidade em vários pontos de coletas, em entidades parceiras. O Colégio ECEL foi um deles. Porém, mais do que apenas ponto de recebimento, a tradição de mobilização dos alunos e professores em torno de ações sociais e de protagonismo – visando o desenvolvimento de valores e sentidos – fazem da instituição de ensino uma referência, há muitos anos. No ano passado, por exemplo, os alunos de várias turmas mobilizaram-se em campanha e gincanas, angariando novelos de lãs. O objetivo era a doação para um grupo de artesãs que produziram toucas de crochê e tricô para os enfermos atendidos no Hospital do Câncer.

Além da vertente social, outro ponto importante da Campanha Cartela Solidária foi a questão da proteção ao Meio Ambiente. A Diretora Proprietária do Colégio, Professora Suely Aparecida Guerra Dias, que também é Rotariana e sempre está inserida em ações de mobilizações sociais, destacou o papel pedagógico destas intervenções. De acordo com ela, além de ensinar o conteúdo programático, o Colégio ECEL traz uma forte missão de formar cidadãos para a vida, comprometidos com o bem estar do próximo, sustentabilidade, apresentando valores sociais e de atenção ao meio ambiente. Além dela, a Diretora Geral, Professora Joelma Almeida, e a equipe pedagógica da instituição, também estiveram presentes na solenidade.

Este sentimento de colaboração norteou a tônica do depoimento do aluno Gabriel Pereira Tavares. “Achei muito legal participar deste projeto. Estas cartelas, geralmente, são descartadas no lixo, em terrenos baldios e, às vezes, ainda contém vários resíduos dos remédios, o que podem afetar o solo e o meio ambiente. Além disso, é muito bom saber que as arrecadações foram utilizadas para uma questão social”. O aluno João Manuel Santiago da Rocha também enalteceu o aspecto mobilizador do projeto. “Nós descartamos, em casa, estas cartelas. Não serviam para mais nada. Então o Rotary apresentou esta proposta e achei muito interessante. Meu pai chegou a trazer uma sacola de cartelas e até meus priminhos disputavam quem conseguia mais. Foi muito gratificante estar empenhado em uma causa como esta”, destacou. Pedro Henrique Leme também ressaltou sua visão da ação solidária: ” Foi uma ótima experiência poder ver que eu ajudei a melhorar a vida de quem precisa realmente. Com tão pouca contribuição fizemos um grande feito”. Vários alunos, representantes de várias turmas, estiveram presentes na solenidade acompanhados de seus familiares.

Projeto de pesquisa do 7º ano debate a histórica relação da matemática com a filosofia

Projeto de pesquisa do 7º ano debate a histórica relação da matemática com a filosofia

Quando o filósofo Pitágoras escreveu que “a matemática é o alfabeto com o qual Deus escreveu o universo”, talvez ele não tivesse tanta dimensão do quanto esta sua perspectiva reflexiva iria contribuir para as interfaces dos conhecimentos entre as ciências exatas e humanas. Suas contribuições para o universo da matemática foram muito além desta frase. Assim como ele, outros grandes filósofos clássicos e contemporâneos também destacaram esta relação: René Descartes, Solomon Feferman, Tales de Mileto e Newton Costa foram alguns deles.

Nesta segunda-feira, dia 17, os alunos do 7º ano (Fundamental II), do Colégio ECEL Positivo, de Bandeirantes, apresentaram os resultados esta conexão de áreas, em uma exposição de trabalhos coordenada pela Professora de matemática, Deise Vimaana Santos de Souza Simões. Segundo ela, esta atividade de integração de áreas, que segue o norte do conteúdo programático ofertado no material didático do Sistema Positivo de Ensino, mobilizou os alunos durante várias aulas, com incentivo à pesquisa, leituras, debates em sala, produção e exposição. “Eles tiveram a oportunidade de conhecer alguns filósofos que influenciaram a matemática. A filosofia auxilia na construção do pensamento, sendo assim, na elucidação de fórmulas e questionamentos matemáticos”, destacou a docente.

Primeiro, a apresentação das contribuições dos filósofos; depois, as pesquisas elaboradas pelos alunos, em grupos, com o apoio da Professora. Na sequência, a apresentação em sala e exposição, no formato de Jornal Mural, nos corredores do Colégio. De acordo com a aluna Rebeca dos Santos Ragazzi, esta aula foi divertida. ” Foi interessante esse trabalho, pois eu nem pensava que filosofia poderia ter a ver com a matemática. Descobrimos muitas coisas que não sabíamos”, relatou.

Conscientização: Colégio ECEL mobiliza alunos e professores contra o desafio do “quebra-crânio”

Conscientização: Colégio ECEL mobiliza alunos e professores contra o desafio do “quebra-crânio”

Uma nova “brincadeira” (que não tem nada de divertida) disseminada principalmente na internet e nas escolas, chamada de “quebra-crânios”, está causando muita preocupação entre pais, professores e profissionais de saúde, acendendo, em todo o país,  um importante alerta sobre a necessidade de debater o respeito nestes espaços de socialização. Nela, três pessoas ficam lado a lado. Enquanto a do meio pula, as outras duas aplicam uma rasteira, causando sua queda. Esta atividade cruel já levou uma adolescente à morte e já feriu seriamente muitas outras crianças e adolescentes. Há casos disseminados na internet em que a tal brincadeira de mau gosto é aplicada até com adultos e idosos.
Pensando em fazer um alerta sobre estes “desafios de internet”, o Colégio ECEL de Bandeirantes e de Uraí estão trabalhando em sala de aula estes debates, promovendo a sensibilização dos alunos quanto ao tema e convidando-os a se sensibilizarem, não permitindo tais ações em seus ambientes de convívios. Em Uraí, além do trabalho de orientação dos professores e direção, um grupo de alunos gravou um vídeo, alertando os colegas.
No Colégio ECEL de Bandeirantes os alunos também ergueram a bandeira do combate a esta “brincadeira” de mau gosto e que pode provocar sérios danos. Alunos do Fundamental II gravaram um vídeo para estimular as pessoas a negarem o desafio e valorizarem às brincadeiras saudáveis. Eles, inclusive, apresentaram suas manifestações sobre o tema para grupos de alunos de outras turmas. No Ensino Médio, além do debate em sala de aula, os alunos também fizeram questão de dizer NÃO ao quebra-crânio.
 
Dicas para prevenção
Para a Psicopedagoga e Diretora Geral do Colégio, Professora Joelma Almeida, esta ampliação de conscientização é positiva e possibilita disseminar mais facilmente os males causados por tais práticas. “Muitos destes jovens que praticam estas ações querem ter uma sensação de euforia ou de pertencimento em um determinado grupo. Mas este é um caminho muito perigoso. Infelizmente, muitos casos terminam em morte ou sequelas graves. Por isso a escola precisa alertar e orientar. Estamos fazendo isso”, destaca.
Nesta ótica de orientação, a Diretora Proprietária da instituição, Professora Suely Aparecida Guerra Dias, enalteceu que é fundamental que a escola aborde esse tema, mostrando que quem ganha o desafio é quem fica de fora destas práticas. Mas ela alertou, também, que este não é o único desafio de internet que se materializa em ações de violência. Há outros que já estão sendo disseminados pelas redes sociais e que também precisam ser combatidos. Por isso, a necessidade de trabalhar na escola temas como: empatia, alteridade, a importância de se colocar no lugar do outro.
A Professora de Educação Física, Kelly Angelina Dedoné, especialista em Educação Física Escolar e em Educação Especial e Treinamento Desportivo, trouxe o tema para o debate com os alunos, assim que teve conhecimento. Ela relata que já há casos muitos sérios pelo país.  “A rasteira que a vítima sofre deixa toda a região da coluna exposta e podem ocorrer lesões na coluna e na medula, causando paraplegia e tetraplegia, e até mesmo levar à morte, como já aconteceu. Então, a orientação dos nossos Diretores e Coordenadores aqui no Colégio ECEL, é que estejamos focados na conscientização, no debate e prevenção”, conclui.